Bom dia, sexta-Feira, 20 de Setembro de 2019
Casa do Ceará

Imprima



Ouça aqui o Hino do Estado do Ceará



Instituições Parceiras


































:: Jornal Ceará em Brasília



— Última Edição —
— Edições Anteriores —

Untitled Document

Novembro 2015

A burrice ao alcance de todos

E tem quem ache que burrice é exclusividade dos portugueses. Tudo começou quando eles desembarcaram aqui e não souberam investir na riqueza que encontraram. Levaram ouro e pau Brasil, mas passaram tudo para os ingleses. Investiram na industrialização da Inglaterra. Foram eles que nos ensinaram também a cobrar impostos.

O jornalista piauiense Abdias Silva, correspondente de um jornal de Lisboa, estava preenchendo a ficha em um hotel lusitano quando foi interrompido por um gentil funcionário. O rapaz, muito atencioso, informou que era preciso preencher a ficha com o nome por extenso. O hotel não aceitava nomes abreviados. Nada de Abdias. Tinha que especificar o A e o B.

A história de loira burra, dizem na Internet, começou com o livro “Os homens preferem as loiras”, de 1925, depois adaptado para a Broadway e o cinema, onde fez sucesso com a morena, pintada de loira, Marylin Monroe. Ela interpretou personagem ingênua. Lorelei Lee, era uma cantora que assassinava a gramática e seduzia ricaços, ajudando a construir o estereótipo que hoje vai da dançarina Carla Perez à música “Lôraburra”, em que Gabriel O Pensador afirma que elas chamam a atenção “não pelas ideias, mas pelo burrão”. A burrice vem acompanhada do total desconhecimento, falta de estudo, de educação.

O arquiteto Totonho Laprovítera jura que não é invenção dele: no bairro Alto da Balança, em Fortaleza, Dona Carmem, esposa de seu Costa, é a mulher mais bruta que ele já conheceu. Diz ele: “Pra vocês terem ideia ,ela levou um farto material a um laboratório, para exame de fezes. Colocou uma lata de querosene em cima do balcão e a recepcionista solicitou: - Por favor, dá pra senhora colocar o nome? Ela, já afobada, escreveu na lata: “Bosta”.

O jornalista Luís Natal conta que passou por uma boa, há poucos dias: “a moça perguntou meu nome. Respondi, Luís. E pausadamente, ressaltei, antes de ser questionado: Luís com Esse, Jorge Natal. Horas depois quando voltei para buscar o pedido, estava lá , escrito: Luís Com Esse Jorge Natal. Devolvi o papel e, com muita calma, mostrei o engano. E virei culpado: - O Sr. falou rápido, achei que era seu nome.” O jornalista Nelson Faheina registrou em livro que Agaci Fernandes, um atuante político da região do Jaguaribe, no Ceará, promoveu em sua residência um encontro de prefeitos e de primeiras damas. Na hora do almoço, a mulher do prefeito surpreendeu a todos quando começou a gritar, apontando para o teto: - Marido, marido, olha...uma briba! -Tá doida, mulher. Briba é o livro sagrado. Isso aí é uma vispa. Assustada com tanta ignorância, a víbora despareceu no telhado.

São tantas as histórias que muitas já viraram piadas. O cara chega ao bar com um amigo e pede ao garçom: Dois uísques. E o amigo, burro: dois pra mim também.;

As pérolas estão mesmo nas provas do Enem. É lá que estão catalogadas as burrices dos jovens que se preparam para entrar no mundo universitário.“Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele”. Outro aluno, também, preocupado com o meio ambiente: “Tudo isso colaborou com a extinção do micro-leão dourado.”

E que tal essa: “Vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nos mesmos!

O escritor e humorista norteamericano Mark Twain advertia: “Nunca discuta com pessoas burras, elas vão te arrastar ao nível delas e ganhar de você por ter mais experiencia em ser ignorante.”

O escritor pernambucano Nelson Rodrigues procurou estabelecer a diferença entre ignorância e burrice. Escreveu que a ignorância é o desconhecimento dos fatos e das possibilidades. A burrice é uma força da natureza, é eterna. Para Nelson Rodrigues, a sabedoria camuflada é o mesmo que a burrice.

(*) Wilson Ibiapina (Ibiapina), jornalista.

Untitled Document

Wilson Ibiapina
Jornalista

                                            


:: Outras edições ::

> 2017

– Outubro
Cearês

– Setembro
Um cearense longe de casa:Debaixo de chuva, frio e neve

> 2015

– Novembro
Capado, mas muito macho

– Outubro
Capado, mas muito macho

– Setembro
Os chefes cearenses

– Agosto
Morreu Orlando Orfei Os Circos que alegraram nossas vidas

> 2014

– Setembro
Carlos Augusto, Ava Gardner e Fernando César

– Agosto
A praça é do povo como o céu é do Condor

– Julho
Rui Diniz, um português bem brasileiro

– Junho
Lembrando Tarcísio Tavares

– Maio
Os Paraquedistas da Política

– Abril
Zé Tatá, esse era macho

– Março
A cidade de Ibiapina está sendo tombada

– Fevereiro
O Adeus a Flávio Parente

– Janeiro
Gente que nunca morreu nem tem inveja de quem morre

> 2013

– Dezembro
O Lançamento do livro do Bartô em ritmo de Facebook

– Novembro
Você ainda tem vergonha de pedir uma cachaça?

– Outubro
Ivanildo Sax de Ouro

– Agosto
A Imprensa nossa de cada dia

– Julho
No Ceará é Assim

– Junho
Lembrando Tarcísio Tavares

– Maio
Os Paraquedistas da Política

– Abril
Zé Tatá, esse era macho

– Março
A cidade de Ibiapina está sendo tombada

– Fevereiro
O Adeus a Flávio Parente

– Janeiro
Gente que nunca morreu nem tem inveja de quem morre

> 2012

– Dezembro
-Oscar Niemeyer, o Amigo solidário que tinha medo da morte

– Novembro
-O uso do chapéu por cearenses A Elegancia do Chapéu

– Novembro
-Um paraibano que amava Sobral

– Outubro
-Operário da Justiça

– Setembro
-No Ceará é assim

– Agosto
-Ava Gardner e o cantor cearense Carlos Augusto

– Agosto
-Velha República: O presidente que exibiu o corta jaca no Catete

– Julho
- Pulando a cerca

– Junho
- Lúcio Paco Brasileiro no Espaço e no Tempo

– Maio
- As “MENINAS” de Brasília
- Um cearense na guerra

– Abril
- As “MENINAS” de Brasília

– Março
- Os Chefs Cearenses

– Fevereiro
- O melhor Rei Momo do Ceará

– Janeiro
- Vamos exibir nossa cultura, sem vergonha

> 2011

– Novembro
- Ubajara que o tempo levou
– Setembro
- Pega Pinto: uma bebida que refrescava os fortalezense
– Agosto
- Pra onde vamos?
– Julho
- Julho em Ubajara
– Junho
- História do Ceará
– Junho
- Pise no chão devagar
– Maio
- O inventor de talentos que alegrava a cidade
– Maio
- Jornalista, que profissão!
– Abril
- O balão que iluminou Fortaleza
– Março
- O defensor da Natureza
– Fevereiro
- Quando se vê, não tem mais tempo
– Janeiro
- Vaidade que mata

> 2010

– Dezembro
- O Ano Novo e suas ameaças
– Novembro
- Os jardineiros de Brasília
– Outubro
- Quando se vê, não tem mais tempo
– Setembro
- Vamos comer farinha
–Agosto
- Cearense anônimo, mas nem tanto
– Julho
- Vamos Repensar o DF
– Junho
- Cearense anônimo, mas nem tanto
– Junho
- A morte do Augusto Pontes, o homem que brincava com as palavras. Foi-se o guru.
– Maio
- O Tempo do Rádio
– Abril
- Fortaleza: bela e amada cidade
– Março
- Um recanto dentro da noite
– Fevereiro
- Vale cultura
– Janeiro
- A última do Português

> 2009

– Dezembro
- Um presente para Fernando
– Novembro
- Da caserna para o livro
– Outubro
- Falta Garçon
– Setembro
- Cidade sem cara
– Agosto
- De quem é a floresta amazônica?
– Julho
- Memórias de Tarcísio – O Repórter
– Junho
- Esperança negra
- Apagando a cidade
- Novo Dinheiro
– Maio
- No escurinho do cinema


:: Veja Também ::

Blog do Ayrton Rocha
Blog do Edmilson Caminha
Blog do Presidente
Humor Negro & Branco Humor
Fernando Gurgel Filho
JB Serra e Gurgel
José Colombo de Souza Filho
José Jezer de Oliveira
Luciano Barreira
Lustosa da Costa
Regina Stella
Wilson Ibiapina
















SGAN Quadra 910 Conjunto F Asa Norte | Brasília-DF | CEP 70.790-100 | Fone: 3533-3800
E-mail: casadoceara@casadoceara.org.br
- Copyright@ - 2006/2007 - CASA DO CEARÁ EM BRASÍLIA -