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Dezembro 2013

O Lançamento do livro do Bartô em ritmo de Facebook

Silvestre Gorgulho

Trem da Saudade

Tô pensando no lançamento do livro do Bartô BartolomeuRodrigues.

Cheguei cedo porque tinha mais três compromissospara ir.

Mas o Anchieta Hélcias, a Leda Flora, o Irineu Tamanini,o Orlando Brito, o Armando Sobral Rollemberge tantos, tantos amigos abriram o baú de causos quenão deu para sair.

Reencontrar amigos, repassar o passado, relembrarhistórias, recurtir amizades e recompartilhar um dedode prosa... ah! êta trem bão demais.

Por falar em trem, o Bartô abre o livro assim:

“Era uma vez, no tempo que existia trem no sertão...E as pessoas amavam o trem e o trem amava as pessoase o trem carregava os sonhos e os sonhos esperavamo trem... “

A estação do trem do Bartô foi pequena para umaviagem tão gostosa e tão emocionante.Saudade é te ver partirNa última curva do tremSaudade é o vazio que ficaDepois da curva, meu bem!

Orlando Brito Silvestre Gorgulho, amigo,você, comosempre, encantando os amigosLeda Flora só consigo dizer: que delícia, SilvestreGorgulho. Vamos andar de trem?

Wilson Ibiapina Foi uma noite inesquecível. OEmerson Souza tambem abriu o baú para relatar historiaspalacianas que vâo para o livro que ele finaliza.O lançamento do livro do Bartô foi o gancho paraesse encontro de jornalistas, velhos amigos de redação,de coberturas. sobreviventes da guera pela informação.

O Laerte Rimoli comparou a um encontro de ex-combatentes da FEB. Uns aposentados outros ainda naativa, todos buscando na memória histórias engraçadas,momentos difíceis vividos nos últimos 30, 40 anos. Unsgordos outros magros ou carecas. Tão diferentes do queéramos que alguém sugeriu o uso de crachá num próximoencontro para facilitar a identificação. Foi uma noite daSaudade. Como não sei fazer poesia como o Silvestre,lembro aqui Mário Quintana para quem“A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando de vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado... Se mefosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhavao relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminhoa casca dourada e inútil das horas...

Seguraria o amor que está a minha frente e diria queeu o amo...

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gostadevido à falta de tempo.

Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medode ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente,nunca mais voltará.”

Silvestre Gorgulho Jogou pesado, heim José WilsonIbiapina! Olha, preciso falar com o Emerson Sousa poistenho um presente que o Toninho Drummond “prometeupara eu dar para ele”. Sim o Toninho é assim, néZé Wilson, ele escolhe os amigos para levar presentepara outros amigos. Graaaaande Antônio Carlos, meuamigo e irmão. Vou cumprir sua promessa. Me ligaEmerson!

Silvestre Gorgulho Leda Flora chama a AnamarciaSeraphim para gente ir de trem de Minas para ES. Nemque a gente coloque os sonhos nos trilhos...

Beatriz ThielmannHummmm. Como queria ter estadoaí. Bartô, meu querido, vc é mais que merecedorde tantas palavras que aqui leio. Beijo grande.

Silvestre Gorgulho Bia Beatriz Thielmann largueesse Rio cheio de mar, de sol, de praias e tão pertode Juiz de Fora e volta para Brasília. Beijo grande!Emerson Sousa Querido Ibiapina, belíssima citaçãode Quintana, a quem tenho como uma das mais belasfiguras que este país conheceu. Realmente a festa doBartô foi memorável.

Sergio Garschagen Essa viagem BH-Vitória é umpequeno sonho que ainda farei, mesmo sabendo queo trem é lento e que os passageiros chegam a Vitóriacoberto de pó de minério. NOs tempo d’antanho osviajantes usavam jalecos,para proteger as suas roupas.Silvestre Gorgulho Cadê tu, Emerson? O trem jáapitou e vai partir...

Emerson Sousa Querido Silvestre, qual seu fonepara eu ligar? E que gentileza do nosso querido Toninho,que não vejo há anos, onde anda? Lembro dealgumas viagens internacionais que fizemos juntose ele, sempre, aquele refinado lorde da Família RealMineira.

(*) Wilson Ibiapina (Ibiapina), jornalista

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Wilson Ibiapina
Jornalista

                                            


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