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Setembro 2009

Oriano Mendes


Oriano Mendes ou mais precisamente Antonio Oriano Mendes nasceu a 27 de julho de 1881, filho de Francisco Mendes careiro e Ana Maria de Araújoce e faleceu a 28 de dezembro de 1955. Foi pioneiro na instalação de luz elétrica com a Companhia de Luiz e Força de Sobral, a primeira indústria de café moído, a torrefação São Paulo, em seguida com a Fábrica santa Emilianinha que beneficiava arroz e algodão, a fabrica de mosaicos, de gelo e o Bar Verniaud. Fundou o primeiro banco da cidade em 1924 com o nome de Banco de Crédito Agrícola.

Era conhecida na cidade a ascendência que sobre ele exercia a mulher, Emilianinha Saboya, a ponto de no sábado de aleluia quando era" chamado para o pau", os gaiatos indagavam no silêncio da madrugada

"Quem manda é o galo ou a galinha? Triste da casa onde a galinha canta e o galo cala." Ou então tentavam versejar, na mesma linha: "Oriana, orianinha, nesta casa quem manda é o galo ou a galinha?"

Emilianinha

Não era muito assídua na freqüência a Igreja, mas se engraçou de dom. Mota que freqüentava sua casa e era por ela adorado. Trajando vestido de linho branco, bordado a mão, alta, com porte nobre, voz inconfundível, se incomodou com os olhares que suscitou ao entrar na Igreja da Sé para missa a ser oficiada pelo bispo dom João Mota, a que se afeiçoara. Sem conter a irritação ante a curiosidade despertada, irritou se E perguntou em voz suficiente alta para ser ouvida Pelos que se encontravam por perto: "estarei cagada?"

Vendo, certa feita, o irmão Flavio Viriato Sabóia, passar diante de sua casa, em procissão, envergando a vestimenta de irmão do Santíssimo Sacramento, ironizou: "Irmão do Santíssimo, intrigado com a própria irmã".

Não gerara filhos, mas se encarregara da educação de gente modesta.

Emilianinha, ao receber noticias ruins dos estudos da filha Jocunda:" Vou trocar de nome. Vou me chamar Sebastiana Porque estou toda flechada".

Quando Jocunda fugiu com o rapaz de Massapê onde ela, Emilianinha, tinha propriedades, ouviu da amiga Marfisa Montalverne a indagação:

"O rapaz, trabalha em quê?

Empertigou-se para responder:

"Homem. Ele é apenas homem".

Estórias de vereador

Faturando de qualquer jeito

Quando vereador. Heitor Ferrer era tenaz oposicionista. Uma tarde chegou á Câmara com um monte de papeis que dizia serem documentos contra a administração do prefeito Antonio Cambraia. E anunciou aos colegas:

"Hoje vou arrazar o prefeito. Não vai ficar pedra sobre pedra."

Constante situacionista Narcilio Andrade comemorou? "Vou bom você me dizer porque vou defender o prefeito e marcar pontos com ele".

Aturdido e decepcionado, Heitor desistiu:

Se é assim não vou mais falar não.

Narcilio respondeu:

"É bom também Vou faturar porque o prefeito vai saber que foi por minha causa".

Leitora

A professora Francilda Costa, da UNIFOR, conta que, todos os dias, a mãe, Nilda Sidou Costa, viúva do saudosa Costinha, do Banco Central, ao receber o Diário do Nordeste, Pede a ela ou ao filho, Fabiano, professor da Faculdade de Direito, que lhe leiam minha coluna. Aos domingos,quando Francilda lhe informa que é o único dia em que a coluna não sai,ela se irrita e lhe diz: Você esta é com preguiça de ler." A ilustre Leitora tem cento e quatro anos, comemorados, um dia destes, nos salões do Ideal Clube;

O trem do Joaquim

Quando o sobralense Francisco Pompilio me apresenta, na Beira Mar, ao Jose Elias, o Catita, torneiro mecânico da estrada de ferro, lhe indago se conheceu o maquinista Joaquim Firmino Alves, meu tio. Ele diz que sim", claro, era quem comandava o 308, trem de sua preferência"

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(*) Lustosa da Costa (Sobral), jornalista e escritor.


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Lustosa da Costa
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